Sigilo militar

Este recorte nasce do meu mestrado. No resumo da pesquisa eu mostro que, desde 2013, Exército, Marinha e Aeronáutica concentraram 90,4% das desclassificações federais e, no período analisado, foi possível acessar menos de 1% do conteúdo desclassificado. Também descrevo a lógica de “desclassificação vendada”, quando o documento perde o sigilo formal, mas continua difícil de entender por causa das tarjas. Por isso o monitor olha de perto CEX, MD, CMAR e COMAER. Leia a dissertação completa.

Atualização: carregando... Testando raspador... órgãos: CEX, MD, CMAR, COMAER fontes: CGU (Fala.BR + BuscaLAI)

Frequência de atualização: carregando...

Pedidos (4 órgãos)
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Negados totalmente
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Com restrição
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Informação pessoal
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Comparação rápida entre os 4 órgãos

Quantidade de negativas e restrições

Taxas de negativa e de restrição

O que esses órgãos mais negam (temas e motivos)

Nesta seção, os textos e motivos vêm do recorte de pedidos disponível para busca no painel.

Busca e pesquisa nos pedidos desses órgãos

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Ano Órgão Decisão Motivo Tema Assunto Link Trecho

Metodologia deste recorte

Fontes usadas

Nota do Autor

Este monitor nasce do meu mestrado: dissertação no repositório da FGV.

Em linguagem simples, o que encontrei foi: mesmo com a LAI proibindo sigilo eterno, a abertura real ainda é limitada nesse campo. O estudo mostra que, desde 2013, Exército, Marinha e Aeronáutica concentraram grande parte das desclassificações federais (394,4 mil documentos, 90,4% do total), mas no recorte analisado (2019-2020) foi possível acessar menos de 1% do conteúdo desclassificado.

Muitos documentos chegam com tarjas tão fortes que continuam difíceis de entender, inclusive em pontos básicos como motivo do sigilo e autoria da classificação. Por isso monitorar negativas e padrões de resposta é importante: ajuda a distinguir proteção legítima de excesso de opacidade em temas de alto interesse público.